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Chega de feridas emocionais!

O que está sendo ferido hoje em você? O que está ocasionando esta dor no peito que paralisa, desconforta e nos deixa à margem da nossa vida? O que foi machucado? É possível não sermos feridos? O que nos leva a desenvolver e a aceitar este peso de vítima das emoções?

O que é machucado é a minha criação, minha imagem do meu “EU” que nasceu, cresceu e desenvolveu-se em profunda e simbiótica comparação com o outro. A minha auto imagem é que é machucada! Quando trago para o meu nível do Conhecimento Consciente o questionamento, e vou, sem medo, tirando os véus e despindo-me desta imagem crescida à sombra do confronto do ser melhor, do ter mais, resta-me um “eu” nu, despido das arrogâncias.

As consequências de permitir sermos feridos, são principalmente:

1.   a construção de muros, em torno a nós mesmos, que propicia um gradual e cinzento isolamento. Criamos cercas de auto proteção, que é diferente da Auto blindagem consciente. Nos tornamos arrogantes, presunçosos e infelizes!

2.   A segunda consequência direta é o afastamento. Conseguimos afastar, principalmente, as pessoas a quem amamos, com uma falsa comunicação de autossuficiência!

3.   Potencializamos o medo! O que é o medo senão uma criação emocional, estabelecida por pensamentos? Entretanto, nos abrigamos nele – na imaginação criativa e paralisante – para justificarmos o nosso “EU”/Ego inflado e cego.

O que está sendo machucado é uma criação em nível de pensamento. Ou seja não é real. É a condição do que eu atribuo de importância ao meu “eu”. E com este simples ato de pensar, produzo todos os hormônios/as hormonas correspondentes que geram meus comportamentos correspondentes em um círculo nada virtuoso. A presente condição do “EU”, necessita ser relativizada, desinflada, invertida,  para curar as feridas emocionais.

Todos os problemas que vivenciamos nascem primeiro no pensamento. O Pensamento cria guerras, conflitos, estabelece o medo. O conhecimento e aceitação deste fato, nos remete a um nível superior de entendimento da nossa vida. Relativizar, diminuir e ou ter o máximo de controle dos pensamentos é a chave que podemos girar para a liberdade.

A Inteligência, diferente de apreensão de conhecimento, é a roupa mais colorida e bela da liberdade real. Somos inteligentes em camadas que vamos adentrando com o conhecimento de nós mesmo e de que não somos sós. Quando a mente (pensamentos) e o corpo (comportamento) harmonizam-se porque entendem que não há conflitos, comparações ou disputas, e sim complementariedade e respeito pelos papeis de cada um, porque somos parte de um todo. Como o homem e a mulher, que quando aceitam as individualidades e unicidades, conscientemente, percebem que têm papéis diferentes, nem melhores ou piores. Só assim podemos viver em liberdade!

A Inteligência surge quando há o amor, há sensibilidade, há sabedoria, há compreensão e Conhecimento Consciente. Onde o “EU” faz sentido na singularidade do SER, e independe das circunstâncias, supera as barreiras destrutivas das crenças e do passado sofrido. Respirar, entendendo o fantástico e poderoso milagre que se opera silenciosamente em nós mesmas, é o momento base desta Iluminação.

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