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Finanças não é comigo! (parte 2)

Quer saber o porquê do dinheiro ser sempre um problema em nossas vidas? Se não quer, esta conversa não é com você. Se sim, então, vamos juntas desvendar este “mistério”!

Na primeira parte deste artigo fomos fundo em algumas questões relativas às Crenças limitantes sobre o ter dinheiro. Por que estabelecemos distanciamentos entre o SER e o TER? Em um mundo predominante de ideias masculinas – e atenção: nós permitimos – são criados paradigmas onde a Força Física(FF), característica fundamental masculina, sobrepõe a área emocional, do pensar, da Inteligência Emocional Feminina (IEF). O Ter passa a localizar-se na região da conquista, da submissão, do poder. A história da humanidade, em boa parte, está às vistas, para comprovar o poder=riqueza como resultado de guerras, de lutas, de vencido e vencedores. O dinheiro, fatalmente, tornou-se o universo individual, como algo ligado, algumas vezes, à dor, ao sacrifício, ao feio, sujo. Mesmo sem ter a consciência, muitas mulheres mantém esta relação com o dinheiro. Faz sentido?

A quem, de fato, amamos? O que, de fato, queremos? Realmente acreditamos que ter dinheiro é sinónimo de egoísmo e de infelicidade? O que há por trás do fato deste auto flagelo emocional e físico quanto à questão financeira?

Este artigo pretende jogar luz em um dos principais entraves do crescimento financeiro feminino: as nossas crenças em relação ao TER dinheiro. Com ele gostaria de despertar, em você, o que eu tenho hoje: o dinheiro só faz sentido para nós, se é um condutor da felicidade.

SER RICA E FELIZ É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA!

Será que estamos condenadas a viver carregando e reproduzindo Crenças de não merecimento financeiro? O que nos leva a justificar ou contar Balelas – como bem diz o Érico Rocha – sobre o que não temos? A riqueza é sinónimo de infelicidade?

Convido você para olhar quantas mulheres são ricas e , aparentemente, felizes, que provavelmente, encontraram um ponto de equilíbrio entre SER e TER. Mulheres que descobriram os seus propósitos de vida. O veja o rosto da Melinda Gates, da Oprah. De Louise Hay, da Madre Teresa…o ter é conformado com um propósito. O que elas têm a ver connosco? São Mulheres! Independente de onde estamos, geográfica e culturalmente, estamos absolutamente interligadas em características inatas e adquiridas. Todas temos Inteligência Emocional Feminina, desenvolvida e apreendida, com uso do turbilhão emocional a que somos submetidas mensalmente. O Conhecimento é cumulativo! Bingo! Independente de querermos ou não temos características de fêmeas: menstruamos, geramos vida, amamentamos! Nós sabemos o que significa cada uma destas forças da natureza em nós!

O bom de tudo: se qualquer uma de nós consegue chegar à independência financeira, todas podemos! É questão de escolha e de preço a pagar. No nosso caso feminino, o SER é bem mais forte do que o TER. Quantas vezes, ao colocarmos na balança das nossas emoções, deixamos de ir em reuniões que significam dinheiro, faltamos ao emprego, adiamos viagens, para estar com o nosso filho que está doente! Isto é muito comum, no mundo feminino. Claro, há as exceções. Tudo certo. Porém, em geral acontece precisamente, isto. E esta é a nossa beleza! O SER sobrepõe o TER.

Ter dinheiro e ser feliz pressupõe escolhas, muita ação planejada, uso da Inteligência Emocional Feminina. O que acontece, às vezes, é que queremos chegar ao topo sem pagar o preço da escalada. Isto não funciona.

Então, porque nos afastamos da riqueza?

Vamos fazer um pequeno raciocínio:

  1. a sua vida financeira, até hoje, pode ser o resultado do que você acredita sobre dinheiro, como sendo a base de todo o mal.
  2. Religioso e Cultural.
  3. Pode ser resultante da sua crença de que dinheiro é sujo, traz doenças, infelicidade, brigas. Cultural e Familiar.
  4. Ou pode ser que continua a ouvir, os dogmas do tipo “é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que o rico entra no céu”. Religioso.
  5. Talvez faça parte de um grupo grande de pessoas, das gerações passadas, que aprendeu a duras penas, de que a melhor segurança, era o concurso público. Social e Familiar.
  6. Que lugar de mulher é o ser mãe e esposa. Que não deveria preocupar-se com o futuro porque teria a aposentadoria, o marido, os filhos e o governo. Todos cuidariam de você!Social, Religioso, Familiar.

São as Crenças que dizem o que eu mereço ou não mereço; que eu posso ou não posso; o que eu tenho ou não tenho. São as regras sociais e as crenças – estabelecidas – que nos aprisionam ou libertam. Tudo depende de como eu decido viver!

Existem teoria, técnicas e ferramentas, para a nossa educação financeira feminina. A Metodologia Coaching Feminino Caminho das Estrelas, é o único método 100% direcionado às mulheres.

Se os itens apontados fazem sentido para si, ou não, deixe-nos um comentário. Terei o maior prazer de continuar esta nossa conversa. Apostamos no Conhecimento Consciente como a chave da liberdade feminina. Conhecer e Agir.

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