Finanças não é comigo!

Por que, muitas de nós, ainda temos crenças negativas em relação às questões que têm por finalidade o TER dinheiro? Se você não tem esta curiosidade não leia este artigo.

No meu dia-a-dia de trabalho, e comigo mesma, encontro mulheres que encaram a questão financeira como tabu, como sendo algo ligado ao mundo masculino, que acreditam, defendem e praticam a escassez do pecado quando lidam com o ganhar o SEU dinheiro. São, muitas vezes, profissionais do mercado financeiro que têm estratégias prontas, aplicadas com resultados para o “outro” – para a empresa, para o chefe – e que entretanto, vivem no limite do Cartão de Crédito, não têm poupanças ou investimentos próprios. Simplesmente, o dinheiro não “para em suas mãos!”

O que há por trás deste cenário, mais comum a nós mesmas do que podemos imaginar? O que eu quero dizer quando tenho uma atitude de desdém em relação ao meu dinheiro? O que leva-me a delegar ao meu marido a gerência das nossas finanças pessoais? Qual o sentido que quero dar ao fato de não “querer mexer” com dinheiro?

O mundo do dinheiro é masculino?

Os seres humanos têm as suas características inatas que direcionam o desenvolvimento de competências comportamentais coerentes. Podemos inverter papeis, andar na estrada do outro? Sim, podemos, porque são escolhas que temos o direito de fazer. Entretanto, quando somos coerentes com os nossos papéis – os inatos e os adquiridos – somos muito mais propensos à felicidade. Porém, é sempre uma questão de Escolha e de preço a pagar!

Muitos caminhos que foram desenvolvidos durante a nossa vida humana, nos distinguem como machos e fêmeas. A força física, por exemplo. É claramente uma prerrogativa masculina. A Inteligência Emocional foi algo, assim como a força física para o homem, desenvolvida por nós mulheres, quando para fazer frente a nossa principal função de fêmea – gerar e procriar outro ser – aprendemos a gerenciar várias situações simultâneas e percebermos o mundo a 360o. graus.

E o dinheiro com isto?

Pois bem, existem as regras sociais e crenças – adquiridas – que nos aprisionam ou libertam, a depender de como as vejo. São retratos/comportamentos dos grupos aos quais pertencemos. Não estamos sós e nos inter dependemos de todos. Dentro deste cenário, foram formatadas as CRENÇAS, que dizem: o que eu posso, e o que eu não posso; o que eu mereço; o que eu não mereço e o que eu SOU.

Estes comportamentos são gerados tendo por paradigma a força física (FF), quando o poder está diretamente ligado à submissão, por violência. A era dos dogmas, da não inteligência, do desconhecimento, da submissão por ignorância. Isto foi obra masculina? NÃO! Somos e sempre fizemos parte da sociedade que cria e estabelece as CRENÇAS! E somos nós quem geramos e criamos homens.

Uma ótima notícia: chegou a hora da mudança dos tempos. E os Homens irão participar ativamente por que eles serão muiiiito beneficiados!

Nós desenvolvemos as crenças no DNA! O que uma dada sociedade pratica, acredita e comporta-se gerará sinapses neurais coletivas, que dirá como somos!

E o dinheiro com isto?

A crença de que o TER submete o SER, joga o dinheiro (ter) na condição de Força Física(FF), do provedor, do mundo masculino. E criou-se este dogma de que dinheiro é algo pertencente ao universo do homem. Desenvolvemos, em nós mesma, uma certa aversão ao ter. Quantas vezes eu, que desenvolvi a Metodologia de Alta Performance exclusivamente feminina “Caminho das Estrelas, delego ao meu marido as gestão das minhas finanças!

A ótima notícia, que encontra apoio de base científica na tese da “Biologia das Crenças”de Bruce Lipton, é que nós podemos alterar comportamentos e mudar o futuro da humanidade! Esta é grande novidade! Não é papel feminino não ter dinheiro! Nós merecemos tudo o que dinheiro pode proporcionar! Não é característica de fêmea a incapacidade de gerar, gerenciar ou partilhar ativamente o seu ganho, o seu investimento, o seu dinheiro! Nós somos hiper capazes de tudo que envolva Inteligência! Não está escrito – se você acredita em Deus, como o divino manifesto em nós – que nós não podemos ter o nosso dinheiro, muito, farto abundante.

O que eu proponho para você, por que assim fiz, é que abra-se para o Conhecimento Consciente. Não é somente o tão agora falado autoconhecimento. Traga as suas emoções, quer sejam dissonantes ou consonantes, para o nível cognitivo! Entenda o por quê da aversão ao dinheiro. O que você está dizendo a você mesma quando o seu dinheiro “escapa por entre os dedos”? Qual o seu alimento quando no papel de vítima, justifica o que não tem? Quais as emoções que desenvolve? Quais os gatilhos emocionais são disparados quando você precisa de “pedir” ao outro/a o que necessita materialmente?

O dinheiro tem tudo a ver com isto!

O que queremos é o que o dinheiro pode comprar, proporcionar. Não é o dinheiro em si…ele é veículo e, portanto, esvaziado enquanto poder emocionalmente negativo.

Do que você tem medo? Relativize os monstros sagrados que você desenvolveu em relação à riqueza, ao dinheiro. Use a sua Inteligência Emocional Feminina. É sua independente do seu querer, ela existe em você. Muitas mulheres pagaram preços altos para que hoje a tenhamos! Use e veja o dinheiro como intermediário entre o que você É e o que você quer! Sejamos felizes!

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