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Por que (algumas) mulheres desistem?

Quantas vezes começamos cursos, academias, dietas, amores… estamos em eterno recomeços! Isto é bom? O que dizemos para nós mesmas quando desistimos? O que está por trás de tantos percursos não concluídos?

Você já parou para pensar quantas vezes você iniciou a dieta, a academia, o curso, o projeto… se não, pare agora e pense naquele curso que você tinha “certeza que era fantástico”, “que era exatamente o que estava a procurar”. Iniciou com empolgação e, de repente, “algo aconteceu” e a desviou do seu objetivo. Veja e sinta agora qual foi a boa justificativa que a fez parar…certamente foi algo externo. Perceba se faz sentido: “a professora não era boa;””o ambiente não era agradável;”, “época de verão, muito calor;””o país não favorece”, “meu marido ficou chateado…”.

E aquela pessoa fantástica, instigante, que a fazia sonhar… e, depois de certo tempo, você teve vontade de sair correndo para não encontrar. “A camisa que ele usa é tão…”; “fala demais/quase não fala”; “alguma coisa estranha ele se apaixonar por mim tão rapidamente…”; “o que será que ele quer de mim?””E se ele tiver interessado em meus…”.

Quanta imaginação utilizamos para justificar as nossas crenças de não merecimento! Pois é exatamente isto que estamos a comunicar quando temos em nosso currículo tantas desistências e resultados de insucessos!

Tudo na vida feminina é múltiplo, é muito. Somos tendencialmente muito mais emocionais, passionais, exageradas. Estamos sempre prontas para os inícios…isto é bom? Depende! Se temos conhecimento de quem nós somos como espécie feminina, dotada de uma inteligência ímpar e com capacidades múltiplas, então é um recurso de poder inimaginável. Entretanto, se continuarmos a agir simplesmente de modo instintivo, então é uma situação que provavelmente nos levará a nos sentirmos sempre inadequadas e incapazes.

Localizar no externo, ou no outro, as causas das desistências é uma afirmação de baixa autoestima. Uma negação do seu poder de escolha e de decisão. Transferir para o outro este poder é assumir-se como consequência e não como causa da sua própria vida!

As mulheres ao longo da história tornaram-se envergonhadas da sua inteligência. Permitiram e corroboraram para que a força física se sobressaísse. Negaram-se, esconderam-se. Ainda hoje, como linhagens femininas, muitas mulheres continuam a envergonhar-se do seu poder conferido pelo Universo. Permitimos que culturas exclusivistas, escravagistas, individualistas e de caminhos únicos abafem a Inteligência Emocional Feminina.

As nossas desistências comunicam o não reconhecimento deste poder. Saber conscientemente o que é o melhor, o mais belo, o que nos faz feliz é apoderar-se do Conhecimento como o objetivo de nos tornar seres melhores e com propósitos de vida. Sermos autorresponsáveis pelos nossos destinos!

Da próxima vez que for escolher um curso, um amor, um emprego pense sobre quem você é como SER. Pense o quanto as pessoas em sua volta dependem de você. Fique feliz. O quanto é importante para o seu meio. Reconheça-se grata por isto. As suas palavras, sentimentos expressos por comportamentos têm peso na sua vida e de outras pessoas. Veja-se como importante. Seja este ser maravilhoso que abre e conclui projetos. Que inicia e termina etapas. Comunique isto para você mesma! Seja dona das suas emoções e tudo conformará para que o sucesso se instale em você.

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