Do que é feito o Empreender Feminino

IEF Internacional

O empreender é muito feminino! A nossa vida, em todas as áreas, é um verdadeiro empreendimento. E na atualidade com o empreendedorismo digital, cada vez mais o sonho, os nossos Valores são os esteios. Confira as dicas para quem quer empreender on-line e descubra como equilibrar Emoção e Ação.

Empreender é conseguir ver além. Ultrapassar as barreiras do concreto e voar. Alargar a mente para as possibilidades.

Algumas dicas para quem começa a empreender no mundo paralelo ou digital:

1. Descubra para onde dirige-se o seu propósito de vida. Vá além do “quero fazer o bem”, “quero ajudar outras mulheres”. Isto diz dos seus valores e é ótimo que esteja presente e que seja o início. Contudo, por si só não diz muito. Pense: qual um produto/serviço que faria (ou fez) muito bem a mim, resolveu alguma necessidade importante ou o que eu gostaria de ter como transformação da minha…

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Por que (algumas) mulheres desistem?

Quantas vezes começamos cursos, academias, dietas, amores… estamos em eterno recomeços! Isto é bom? O que dizemos para nós mesmas quando desistimos? O que está por trás de tantos percursos não concluídos?

Você já parou para pensar quantas vezes você iniciou a dieta, a academia, o curso, o projeto… se não, pare agora e pense naquele curso que você tinha “certeza que era fantástico”, “que era exatamente o que estava a procurar”. Iniciou com empolgação e, de repente, “algo aconteceu” e a desviou do seu objetivo. Veja e sinta agora qual foi a boa justificativa que a fez parar…certamente foi algo externo. Perceba se faz sentido: “a professora não era boa;””o ambiente não era agradável;”, “época de verão, muito calor;””o país não favorece”, “meu marido ficou chateado…”.

E aquela pessoa fantástica, instigante, que a fazia sonhar… e, depois de certo tempo, você teve vontade de sair correndo para não encontrar. “A camisa que ele usa é tão…”; “fala demais/quase não fala”; “alguma coisa estranha ele se apaixonar por mim tão rapidamente…”; “o que será que ele quer de mim?””E se ele tiver interessado em meus…”.

Quanta imaginação utilizamos para justificar as nossas crenças de não merecimento! Pois é exatamente isto que estamos a comunicar quando temos em nosso currículo tantas desistências e resultados de insucessos!

Tudo na vida feminina é múltiplo, é muito. Somos tendencialmente muito mais emocionais, passionais, exageradas. Estamos sempre prontas para os inícios…isto é bom? Depende! Se temos conhecimento de quem nós somos como espécie feminina, dotada de uma inteligência ímpar e com capacidades múltiplas, então é um recurso de poder inimaginável. Entretanto, se continuarmos a agir simplesmente de modo instintivo, então é uma situação que provavelmente nos levará a nos sentirmos sempre inadequadas e incapazes.

Localizar no externo, ou no outro, as causas das desistências é uma afirmação de baixa autoestima. Uma negação do seu poder de escolha e de decisão. Transferir para o outro este poder é assumir-se como consequência e não como causa da sua própria vida!

As mulheres ao longo da história tornaram-se envergonhadas da sua inteligência. Permitiram e corroboraram para que a força física se sobressaísse. Negaram-se, esconderam-se. Ainda hoje, como linhagens femininas, muitas mulheres continuam a envergonhar-se do seu poder conferido pelo Universo. Permitimos que culturas exclusivistas, escravagistas, individualistas e de caminhos únicos abafem a Inteligência Emocional Feminina.

As nossas desistências comunicam o não reconhecimento deste poder. Saber conscientemente o que é o melhor, o mais belo, o que nos faz feliz é apoderar-se do Conhecimento como o objetivo de nos tornar seres melhores e com propósitos de vida. Sermos autorresponsáveis pelos nossos destinos!

Da próxima vez que for escolher um curso, um amor, um emprego pense sobre quem você é como SER. Pense o quanto as pessoas em sua volta dependem de você. Fique feliz. O quanto é importante para o seu meio. Reconheça-se grata por isto. As suas palavras, sentimentos expressos por comportamentos têm peso na sua vida e de outras pessoas. Veja-se como importante. Seja este ser maravilhoso que abre e conclui projetos. Que inicia e termina etapas. Comunique isto para você mesma! Seja dona das suas emoções e tudo conformará para que o sucesso se instale em você.

Mudei de País e não mudei de vida. E agora?

Vivemos o período das expectativas. Vida nova. País novo. Claro que os desafios serão imensos. As incertezas também. Porém, decidimos começar algo novo. Após a fase da euforia, de ajuste da família, os filhos na escola, o marido já trabalhando… tudo certo? Nem tanto! Por que continuamos a sofrer as emoções de abandono, de inadequação e de profunda infelicidade?

Nós, mulheres, tendencialmente equacionamos todos os problemas de todos! Menos os nossos! Porque levamos “o mundo nas costas” e entendemos as nossas emoções, projetos, sonhos como secundários. A nossa prioridade são sempre os outros. Entretanto, enquanto estávamos em nossa Zona de Acomodação, a nossa vida emocional estava sob controle, não é? Quando houve a mudança de país novos paradigmas apareceram. E agora? O que fazer?

O seu subconsciente detecta as novidades como um ambiente hostil e entende que você pode está em perigo. Dai o choro, a tristeza, passam a fazer parte deste seu novo momento. No entanto, os “outros “- marido, filhos – parecem “normais”! Então, a “anormal” é você! E ai começa também a culpa por sentir-se “diferente”, as mágoas por perceber que “ninguém preocupa-se com você”, a angústia, o estresse, o cansaço…quantas emoções dissonantes você está a produzir! Uma quantidade excessiva de hormónios de proteção – cortisol, adrenalina, noraadrenalina – inundam seu corpo provocando os comportamentos correspondentes. Imagine o que você está a fazer consigo mesma!

Sabe o que aconteceu? Você literalmente cuidou de tudo, de todos e esqueceu de você! Porém, no momento em que você percebe o que de fato está a acontecer começa o seu processo de autoconhecimento. O que eu sugiro: não tenha medo! Aprofunde-se nestas emoções, sensações, perceba-se. Olhe-se como este ser maravilhoso que tem sempre a solução para todos. Então, você não é incapaz, menor ou inadequada.

O foco é que está invertido. É hora de trazer a luz para dentro de você mesma! Esta é a virada de chave que liberta-nos das emoções dissonantes. Perceba-se como vitoriosa e não mais a guerreira!

Retire de si a ideia de “matar um leão por dia” que, provavelmente, você comunica a você mesma, com esta quantidade imensa de tarefas. Diga não à luta! Diga sim a harmonia que você poderá desenvolver a partir de agora. Traga para si a autorresponsabilidade pelo que sente e pelo que vive.

Escolha uma situação em relação a você mesma que a incomoda. Por exemplo: como está o seu visual? O que mudou desde que você chegou aqui? Como você tem comunicado a sua imagem? Provavelmente, ela reflete o que está dentro de você…sinta conscientemente o que você gostaria de comunicar a você mesma sobre você. Mude o batom, o corte de cabelo, a roupa…imagine-se como gostaria de SER agora. Quem você é agora? Vivencie esta criação emocionalmente!!!! Somente isto por hoje. Agora, viva esta semana como você GOSTARIA de SER. Anote as sensações e os retornos que você teve com esta comunicação!

A Mentoria Feminina Caminho das Estrelas ajuda a você a equilibrar-se para atingir os seus objetivos específicos. Use a experiência e o conhecimento de quem já tirou de letras os grandes desafios da vida.

Como lidar com a mudança de país

Quando passa a fase da euforia e temos de encarar a vida como ela é. Porém, com uma diferença enorme que mexe com todos os nosso hormónios, nossas certezas, nosso comando: deixamos nossa zona de acomodação, o nosso emprego, a nossa família originária, o contacto direto com as amigas e amigos por um novo (re)começar. E por que somos diferentes do nosso marido que rapidamente se adaptou, já tem emprego, já tem amigos e parece viver sem nenhum problema aparente?

O que significa realmente este novo começo? O que acontece connosco que altera completamente a nossa forma de viver? Porque esta angústia, este choro, esta inadequação a tudo? A relação com o marido começa a perder a cumplicidade, o novo emprego não acontece como previsto, as facilidades para gerenciar as demandas do lar não existem mais. Uffa! Muitas vezes nos pegamos questionando se tomamos a decisão certa.

A primeira luz que eu gostaria de trazer a esta questão é: o que você está a sentir é absolutamente natural! Você não é a “diferente” porque sente e vive estes sentimentos! Você não é 100% emocional porque chora, porque tem saudades e vontade de voltar correndo! Gostaria de sugerir algo que não é fácil, mas é possível e necessário: relativizar esta “culpa” por se sentir inadequada! Você não é a única que vive estas emoções nos períodos de desmames. As rupturas ocasionam as dores para encontrar os novos sentidos e as acomodações. A minha sugestão é buscar elevar a sua autoestima. Se você escolheu mudar de país – e normalmente somos nós mulheres quem decidimos a mudança – muitos “algos” mais motivaram esta escolha. Quais foram? Quais as sensações, as emoções, os desejos, as visões de futuro? Traga para si estes sentimentos. Produza deliberadamente os hormônios desencadeados pelo neurotransmissor Serotonina. Seguramente, se você está a viver a situação de estresse pós mudança de país, há uma baixa natural de Serotonina, porque o seu cérebro entende que o que você vive é um período de perigo, de autoproteção, de medo, e portanto, produzirá os hormónios correspondentes. Você estará sempre em estado de alerta, produzindo as emoções consequentes. As reações naturais ao estado de alerta: enfrentar – ficará sempre em guarda, pronta para a briga – ou fugir.

A minha sugestão, e o que eu faço para comunicar necessidade de mais Serotonina para o meu cérebro: ver e sentir o sol, meditar, cantar, rir e tomar vinho moderadamente! Uma barrinha – pequena – de chocalate negro ajuda muito.

O nosso cérebro não é inteligente. Ele reage de acordo com a nossa comunicação interna e fisiológica! Que tal começar agora a produzir conscientemente a sua Serotonina?

A segunda luz: procure não fazer as comparações ou culpar o seu marido por ele não viver este momento com igual intensidade e desafio que você. Nós somos completamente diferentes! Nem melhores e nem piores. Não delegue a ninguém as respostas internas emocionais, que são só suas.

Você é a única comandante dos seus sentimentos e ações! Comunique-se com o seu marido, a partir de agora, já, de forma diferente. Escolha algo, alguma atitude dele, que você sempre se exaspera e aja ao contrário! Exatamente ao contrário. Mude por você. Não por ninguém.

Seja o centro da sua vida e tudo se conformará a partir do seu comportamento. Quer fazer o teste? Faça e depois diga-me o resultado.

Acompanhe aqui os próximos assuntos especialmente para você que quer mudar, ou que já mudou de pais!

Poder Feminino: onde ele está?

Há quem acredite comodamente que nós mulheres nascemos para suportar, para sofrer, para espiar pecados. Há quem afirme categoricamente que a “culpa” é do bispo, do governo, do marido, de qualquer ser do sexo masculino…e assim caminha a humanidade.

A mulher, fêmea, responsável pela maternidade, acalenta em seu ninho-útero, quem cresce e reproduz o mesmo sistema de crenças que a aprisiona, em um círculo vicioso. As crenças limitadoras que a limita, traz-na em cabresto ideológico e físico, mantendo-na em constante sub missão de vida – como se fosse genético e hereditário. E há “ciência” que justifique!

O que você vê e vive conscientemente muda quem você é!

Há interação e interface entre o ambiente e a nossa biologia. Mães e pais são como “engenheiros genéticos”, numa expressão feliz de Bruce Lipton. Os nossos filtros ou crenças, selecionam a percepção do ambiente e do tempo no qual vivemos. Desta forma, a infalibilidade do modelo que mulher nasceu com uma carga de peso específica, relativa-se.

Nós criamos a nossa realidade, nosso destino e futuro inclusive de nossa descendência! Qual a sua decisão AGORA sobre a sua vida? O que você quer ser?

Eu afirmo sempre que a mulher é o SER da Inteligência Emocional por excelência. Do mesmo modo que foi desenvolvido no ser masculino a força física fundamental para o que chegássemos até aqui. A capacidade intrínseca da mulher, de desempenhar vários papeis simultaneamente nos torna seres fantásticas! Se assim é, porque nos permitimos sofrer? Que aceitemos que nos “façam” mal com a força ou com as palavras? Porque nos “culpamos” por resultados de outros sejam chefes, colaboradores, filhos, pais, amigas, maridos, etc? O que nos leva a aceitar como verdade que não merecemos, não podemos, não somos capazes? Sugiro este pequeno teste para saber exatamente qual o seu lugar, hoje, na sua vida. Responda sinceramente estas perguntas e acrescente outras. Comece a tirar os véus que escondem o seu Poder Feminino.

Acredito que à mulher compete uma missão muito maior e menos dolorosa do que ela imagina e pratica. A primeira é perceber que o Poder reside muito mais no SER do que no TER. Ser essência. Ser feliz. Ser congruente. Coadunar e tornar coerente a sua vida. Assumir a responsabilidade por sua felicidade, entendendo que somente quando ela traz para si a missão de ser feliz ela conseguirá equilibrar o que ela é – ser da vida – com o que ela tem, a partir de suas ações (faz).

Este é o verdadeiro Poder Feminino. Não é difícil e muito menos longe do nosso alcance. O primeiro passo é tornar consciente e estratégico as Escolhas e compreender que tudo tem um preço a ser pago. Qual que está disposta a pagar por sua felicidade? Às vezes é literalmente jogar tudo para alto. Outras é equilibrar. Quem sabe é descobrir ou reencontrar o seu propósito de vida. O que eu digo: você é poderosa! Assuma!

Do que é feito o Empreender Feminino

O empreender é muito feminino! A nossa vida, em todas as áreas, é um verdadeiro empreendimento. E na atualidade com o empreendedorismo digital, cada vez mais o sonho, os nossos Valores são os esteios. Confira as dicas para quem quer empreender on-line e descubra como equilibrar Emoção e Ação.

Empreender é conseguir ver além. Ultrapassar as barreiras do concreto e voar. Alargar a mente para as possibilidades.

Algumas dicas para quem começa a empreender no mundo paralelo ou digital:

1. Descubra para onde dirige-se o seu propósito de vida. Vá além do “quero fazer o bem”, “quero ajudar outras mulheres”. Isto diz dos seus valores e é ótimo que esteja presente e que seja o início. Contudo, por si só não diz muito. Pense: qual um produto/serviço que faria (ou fez) muito bem a mim, resolveu alguma necessidade importante ou o que eu gostaria de ter como transformação da minha vida e ou da minha família?

2. Pergunte-se: qual é o meu Encanto? Aquilo que você faz de melhor, seu dom. O que você consegue realizar que surpreende as pessoas que são importantes para você? Pense: o que você faz/diz, que encanta a sua plateia? Sonhe com ele chegando a um número grande de pessoas, saindo do seu círculo de amizade, impactando mais pessoas…

3. Feche os olhos e viaje. Sinta e veja se este produto/Encanto consegue viajar aos mais longínguos recantos e fazer a diferença! Por que as pessoas estão felizes ao contacto com ele?

Acabou de descobrir de que material é feito o Empreendedorismo digital! De Emoção e Valores! Agora, é Agir!

Empreender no digital é para mulheres?

Lisboa virou a cidade da vez e o público feminino também. Todos querem falar, vender e escutar a mulher. O que acho ótimo, tanto para a cidade onde moro, quanto para o meu público, que é feminino. Todos os holofotes estão em nós. Oba!

Quando comecei a gestação do Programa Estrelas que Empreendem no Digital, havia um único propósito: acabar com a minha dor, de ter que deixar a minha casa, meu ninho, para viajar ministrando cursos presenciais.

E como a necessidade é a mãe de toda a criatividade, fui entender que eu não precisava optar entre ser mãe, mulher e ter dinheiro. Qualquer escolha que eu fizesse, eu perderia. Posso haver as duas. Fui correndo buscar o “como” da situação. Mergulhei com tudo – imersão total de 5 meses, parei a tese de doutorado, e fui em busca do universo digital.

Consumi tudo que tinha na internet e quase tive uma congestão quantitativa. Até que optei por fazer um curso sério, caro e de resultados comprovados, mesmo sendo para público masculino. Não tem jeito. Nós somos diferentes; nem melhores e nem piores.

Passados os cinco meses, consegui estabelecer um Programa para que eu conseguisse ministrar meus cursos a partir de casa, por uma plataforma e on line. Antes, auto apliquei-me uma série de ferramentas. E deu resultados. Mas não é sobre o meu programa que quero falar aqui. Quero dizer falar sobre nós, mulheres, empreendedoras on line. Por que virei uma entusiasta do digital? Por que vi, senti e vivo uma realidade que chamo de paralela. Hoje, tenho uma qualidade de vida excelente, principalmente por que tenho tempo de fazer e viver as coisas e pessoas que amo. Crio o meu ambiente de trabalho, produzo conteúdos, ministros meus cursos, faço atendimento. Liberdade, tempo, lucratividade.

Fácil? Sim. Para nós mulheres nada é difícil. É desafiador. Nós somos acostumadas às situações que exigem decisões e ações múltiplas. Para um ser que tem e cria outro ser, que administra casa, trabalha fora, tem marido, e ainda é linda, alegre e altruísta, nada é impossível.

O mundo digital é um ambiente, também, feminino. A nossa criatividade particular e a enorme capacidade de gerenciar situações diversas, nos impulsiona para absorvermos este universo e criarmos as sinergias com outras tantas mulheres e homens. Todas nós temos um talento, uma habilidade, um sonho. Em algum lugar do mundo haverá alguém disposto a pagar por ele. Esta é a magia do mundo virtual. Agora, eu disse que era fácil? Desde que tenhamos um método, um mapa, que nos mostre o passo a passo do negócio. Sem um programa torna-se quase doloroso e frustrante. Por que é um admirável mundo novo. Para muitas de nós mulheres, ainda sem mapa, chega a ser assustador.

Vamos falar mais sobre este tema? Deixe seus comentários e impressões.

Como descobrir quem é a sua maior inimiga

Ela adora paralisar você! Ajuda nas desculpas para não começar sua alta performance. Se você não tem nenhum problema com a sua voz interior, atire a primeira pedra!

Ela está ali. Hoje eu sei que está apaziguada e conformada. Mas quantas vezes perdi oportunidades, por que o meu outro eu falava mais alto, sua vontade era mais soberana do que a minha, sua decisão empatava meu crescimento. Até que um dia cansei e assumi que quem manda na minha vida sou eu.

Vou listar agora as várias faces de um mesmo rosto. A nossa voz interior. A minha dei o nome de Mafalda. Ela é alta, loura, poderosa e domada. Veja quantas identifiquei em mim mesma e nas alunas de Coaching Feminino Caminho das Estrela. Quais são as suas Mafaldas?

  1. A Perfeita – para esta nada está bom. Sempre falta algo. Instiga ao medo, à baixa autoestima. Será que você vai conseguir? Você não sabe o suficiente! Você vai fazer um papelão! É preciso conhecer mais...incentiva a nossa crença de Incapacidade. Antídoto: um plano executado é muito mais eficaz do que um perfeito no papel! Uma ação feita é muito melhor do que a perfeita, em nossa imaginação! Ação! Quem paga o preço, Mafalda?
  2. A Condescendente – esta é incrível! “Você merece ficar mais tempo deitada, afinal trabalha tanto!” “Vamos ver o que a amiga postou no face, no insta, no watsapp”! “Ah! não vá à ginástica. Falte só um dia!” “Comece seu plano de qualidade de vida amanhã”! Os exames preventivos! Afinal, você merece… não agir! Esta voz serve para nos tirar do Centro da nossa vida. Ação! A única forma de domar é agir…dê os passos em direção e a voz esvazia-se, naturalmente.
  3. A Confusa – não estou entendendo nada! É a voz do talvez que serve para causar a paralisia da sua ação. Tem exclusivamente o objetivo de paralisar você na Zona de Negação Feminina. Quando ela aparecer, peça para ser específica. Desça aos detalhes, traga o foco para a questão. O que de fato está confuso? Especifique o que não está entendendo. Rapidamente esvazia e você pode agir.
  4. A Vítima – a culpa é sempre de alguém ou da situação. Tem sempre uma justificativa para não fazer, para não agir. O objetivo é justificar o que você não tem. Adora tirar você do Centro de sua vida, desenvolve as Crenças de não Merecimento e de Incapacidade. É terrível esta nossa inimiga interna. É amiga íntima da preguiça e da procrastinação. Ação é o antídoto. Trazer para o Conhecimento Consciente a sua existência e fazer uso de Inteligência Emocional Feminina, para entender que cada vez que faz este papel de vítima das circunstâncias está se distanciando do seu futuro como causa. Sempre uma questão de escolha e de preço.

Convido você para uma anamenese sobre a sua voz interior. Pense quantas vezes ela aparece com nomes diversos e escreva. Dê um nome para sua inimiga interna, crie um ser, traga-a para o nível do Conhecimento Consciente.

Ótimo semana com muita ação! Se você consegue identificar outras inimigas internas, que tal partilhar? É super bom…

Um abraço da Rijarda!

Finanças não é comigo! (parte 2)

Quer saber o porquê do dinheiro ser sempre um problema em nossas vidas? Se não quer, esta conversa não é com você. Se sim, então, vamos juntas desvendar este “mistério”!

Na primeira parte deste artigo fomos fundo em algumas questões relativas às Crenças limitantes sobre o ter dinheiro. Por que estabelecemos distanciamentos entre o SER e o TER? Em um mundo predominante de ideias masculinas – e atenção: nós permitimos – são criados paradigmas onde a Força Física(FF), característica fundamental masculina, sobrepõe a área emocional, do pensar, da Inteligência Emocional Feminina (IEF). O Ter passa a localizar-se na região da conquista, da submissão, do poder. A história da humanidade, em boa parte, está às vistas, para comprovar o poder=riqueza como resultado de guerras, de lutas, de vencido e vencedores. O dinheiro, fatalmente, tornou-se o universo individual, como algo ligado, algumas vezes, à dor, ao sacrifício, ao feio, sujo. Mesmo sem ter a consciência, muitas mulheres mantém esta relação com o dinheiro. Faz sentido?

A quem, de fato, amamos? O que, de fato, queremos? Realmente acreditamos que ter dinheiro é sinónimo de egoísmo e de infelicidade? O que há por trás do fato deste auto flagelo emocional e físico quanto à questão financeira?

Este artigo pretende jogar luz em um dos principais entraves do crescimento financeiro feminino: as nossas crenças em relação ao TER dinheiro. Com ele gostaria de despertar, em você, o que eu tenho hoje: o dinheiro só faz sentido para nós, se é um condutor da felicidade.

SER RICA E FELIZ É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA!

Será que estamos condenadas a viver carregando e reproduzindo Crenças de não merecimento financeiro? O que nos leva a justificar ou contar Balelas – como bem diz o Érico Rocha – sobre o que não temos? A riqueza é sinónimo de infelicidade?

Convido você para olhar quantas mulheres são ricas e , aparentemente, felizes, que provavelmente, encontraram um ponto de equilíbrio entre SER e TER. Mulheres que descobriram os seus propósitos de vida. O veja o rosto da Melinda Gates, da Oprah. De Louise Hay, da Madre Teresa…o ter é conformado com um propósito. O que elas têm a ver connosco? São Mulheres! Independente de onde estamos, geográfica e culturalmente, estamos absolutamente interligadas em características inatas e adquiridas. Todas temos Inteligência Emocional Feminina, desenvolvida e apreendida, com uso do turbilhão emocional a que somos submetidas mensalmente. O Conhecimento é cumulativo! Bingo! Independente de querermos ou não temos características de fêmeas: menstruamos, geramos vida, amamentamos! Nós sabemos o que significa cada uma destas forças da natureza em nós!

O bom de tudo: se qualquer uma de nós consegue chegar à independência financeira, todas podemos! É questão de escolha e de preço a pagar. No nosso caso feminino, o SER é bem mais forte do que o TER. Quantas vezes, ao colocarmos na balança das nossas emoções, deixamos de ir em reuniões que significam dinheiro, faltamos ao emprego, adiamos viagens, para estar com o nosso filho que está doente! Isto é muito comum, no mundo feminino. Claro, há as exceções. Tudo certo. Porém, em geral acontece precisamente, isto. E esta é a nossa beleza! O SER sobrepõe o TER.

Ter dinheiro e ser feliz pressupõe escolhas, muita ação planejada, uso da Inteligência Emocional Feminina. O que acontece, às vezes, é que queremos chegar ao topo sem pagar o preço da escalada. Isto não funciona.

Então, porque nos afastamos da riqueza?

Vamos fazer um pequeno raciocínio:

  1. a sua vida financeira, até hoje, pode ser o resultado do que você acredita sobre dinheiro, como sendo a base de todo o mal.
  2. Religioso e Cultural.
  3. Pode ser resultante da sua crença de que dinheiro é sujo, traz doenças, infelicidade, brigas. Cultural e Familiar.
  4. Ou pode ser que continua a ouvir, os dogmas do tipo “é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que o rico entra no céu”. Religioso.
  5. Talvez faça parte de um grupo grande de pessoas, das gerações passadas, que aprendeu a duras penas, de que a melhor segurança, era o concurso público. Social e Familiar.
  6. Que lugar de mulher é o ser mãe e esposa. Que não deveria preocupar-se com o futuro porque teria a aposentadoria, o marido, os filhos e o governo. Todos cuidariam de você!Social, Religioso, Familiar.

São as Crenças que dizem o que eu mereço ou não mereço; que eu posso ou não posso; o que eu tenho ou não tenho. São as regras sociais e as crenças – estabelecidas – que nos aprisionam ou libertam. Tudo depende de como eu decido viver!

Existem teoria, técnicas e ferramentas, para a nossa educação financeira feminina. A Metodologia Coaching Feminino Caminho das Estrelas, é o único método 100% direcionado às mulheres.

Se os itens apontados fazem sentido para si, ou não, deixe-nos um comentário. Terei o maior prazer de continuar esta nossa conversa. Apostamos no Conhecimento Consciente como a chave da liberdade feminina. Conhecer e Agir.

Finanças não é comigo!

Por que, muitas de nós, ainda temos crenças negativas em relação às questões que têm por finalidade o TER dinheiro? Se você não tem esta curiosidade não leia este artigo.

No meu dia-a-dia de trabalho, e comigo mesma, encontro mulheres que encaram a questão financeira como tabu, como sendo algo ligado ao mundo masculino, que acreditam, defendem e praticam a escassez do pecado quando lidam com o ganhar o SEU dinheiro. São, muitas vezes, profissionais do mercado financeiro que têm estratégias prontas, aplicadas com resultados para o “outro” – para a empresa, para o chefe – e que entretanto, vivem no limite do Cartão de Crédito, não têm poupanças ou investimentos próprios. Simplesmente, o dinheiro não “para em suas mãos!”

O que há por trás deste cenário, mais comum a nós mesmas do que podemos imaginar? O que eu quero dizer quando tenho uma atitude de desdém em relação ao meu dinheiro? O que leva-me a delegar ao meu marido a gerência das nossas finanças pessoais? Qual o sentido que quero dar ao fato de não “querer mexer” com dinheiro?

O mundo do dinheiro é masculino?

Os seres humanos têm as suas características inatas que direcionam o desenvolvimento de competências comportamentais coerentes. Podemos inverter papeis, andar na estrada do outro? Sim, podemos, porque são escolhas que temos o direito de fazer. Entretanto, quando somos coerentes com os nossos papéis – os inatos e os adquiridos – somos muito mais propensos à felicidade. Porém, é sempre uma questão de Escolha e de preço a pagar!

Muitos caminhos que foram desenvolvidos durante a nossa vida humana, nos distinguem como machos e fêmeas. A força física, por exemplo. É claramente uma prerrogativa masculina. A Inteligência Emocional foi algo, assim como a força física para o homem, desenvolvida por nós mulheres, quando para fazer frente a nossa principal função de fêmea – gerar e procriar outro ser – aprendemos a gerenciar várias situações simultâneas e percebermos o mundo a 360o. graus.

E o dinheiro com isto?

Pois bem, existem as regras sociais e crenças – adquiridas – que nos aprisionam ou libertam, a depender de como as vejo. São retratos/comportamentos dos grupos aos quais pertencemos. Não estamos sós e nos inter dependemos de todos. Dentro deste cenário, foram formatadas as CRENÇAS, que dizem: o que eu posso, e o que eu não posso; o que eu mereço; o que eu não mereço e o que eu SOU.

Estes comportamentos são gerados tendo por paradigma a força física (FF), quando o poder está diretamente ligado à submissão, por violência. A era dos dogmas, da não inteligência, do desconhecimento, da submissão por ignorância. Isto foi obra masculina? NÃO! Somos e sempre fizemos parte da sociedade que cria e estabelece as CRENÇAS! E somos nós quem geramos e criamos homens.

Uma ótima notícia: chegou a hora da mudança dos tempos. E os Homens irão participar ativamente por que eles serão muiiiito beneficiados!

Nós desenvolvemos as crenças no DNA! O que uma dada sociedade pratica, acredita e comporta-se gerará sinapses neurais coletivas, que dirá como somos!

E o dinheiro com isto?

A crença de que o TER submete o SER, joga o dinheiro (ter) na condição de Força Física(FF), do provedor, do mundo masculino. E criou-se este dogma de que dinheiro é algo pertencente ao universo do homem. Desenvolvemos, em nós mesma, uma certa aversão ao ter. Quantas vezes eu, que desenvolvi a Metodologia de Alta Performance exclusivamente feminina “Caminho das Estrelas, delego ao meu marido as gestão das minhas finanças!

A ótima notícia, que encontra apoio de base científica na tese da “Biologia das Crenças”de Bruce Lipton, é que nós podemos alterar comportamentos e mudar o futuro da humanidade! Esta é grande novidade! Não é papel feminino não ter dinheiro! Nós merecemos tudo o que dinheiro pode proporcionar! Não é característica de fêmea a incapacidade de gerar, gerenciar ou partilhar ativamente o seu ganho, o seu investimento, o seu dinheiro! Nós somos hiper capazes de tudo que envolva Inteligência! Não está escrito – se você acredita em Deus, como o divino manifesto em nós – que nós não podemos ter o nosso dinheiro, muito, farto abundante.

O que eu proponho para você, por que assim fiz, é que abra-se para o Conhecimento Consciente. Não é somente o tão agora falado autoconhecimento. Traga as suas emoções, quer sejam dissonantes ou consonantes, para o nível cognitivo! Entenda o por quê da aversão ao dinheiro. O que você está dizendo a você mesma quando o seu dinheiro “escapa por entre os dedos”? Qual o seu alimento quando no papel de vítima, justifica o que não tem? Quais as emoções que desenvolve? Quais os gatilhos emocionais são disparados quando você precisa de “pedir” ao outro/a o que necessita materialmente?

O dinheiro tem tudo a ver com isto!

O que queremos é o que o dinheiro pode comprar, proporcionar. Não é o dinheiro em si…ele é veículo e, portanto, esvaziado enquanto poder emocionalmente negativo.

Do que você tem medo? Relativize os monstros sagrados que você desenvolveu em relação à riqueza, ao dinheiro. Use a sua Inteligência Emocional Feminina. É sua independente do seu querer, ela existe em você. Muitas mulheres pagaram preços altos para que hoje a tenhamos! Use e veja o dinheiro como intermediário entre o que você É e o que você quer! Sejamos felizes!